9 passos para uma relação médico-paciente de sucesso

Bacteriúria assintomática: definições e indicações de tratamento
Infecções do trato urinário são caracterizadas pela presença de bactérias no trato urinário, acompanhada de sintomas. É crucial observar que a mera detecção de bactérias na urina não é suficiente para satisfazer essa definição, sendo, portanto, inadequada a categorização como uma infecção.
Por Dimitris RadosTromboembolismo pulmonar: passo a passo para o diagnóstico
Tromboembolismo pulmonar (TEP) é a obstrução aguda da circulação pulmonar por um êmbolo que migra de outro ponto do organismo até a artéria pulmonar e/ou seus ramos.
Por Dimitris RadosDor lombar: considerações sobre o manejo
O primeiro passo do tratamento da dor lombar é a sua investigação, definindo o risco de etiologia grave e se há indicação de realização de exames de imagem. Esses assuntos foram tratados em outra postagem recente, que você pode conferir aqui.
Por Dimitris RadosLombalgia: passo a passo para investigação
Dor lombar é uma das queixas mais comuns em consultas médicas. Estima-se que 3% de todos os atendimentos ambulatoriais sejam por este motivo. Para além disso, em inquéritos populacionais, até 50% dos respondentes queixam-se de dor lombar.
Por Dimitris RadosCompetências interpessoais para médicos: já abordamos o suficiente?
Para que um médico possa desenvolver as suas atividades profissionais de forma plena, a sua jornada de formação deve ir além do desenvolvimento das competências técnicas específicas da profissão — as chamadas hard skills.
Por Bruna NadalettiDicas sobre uso de estatinas: o que importa na prática
Doença cardiovascular é a maior causa de morte no mundo, e sua prevenção envolve o controle de diversos fatores, entre os quais está a dislipidemia. Estima-se que cerca de 1 em cada 3 indivíduos com mais de 40 anos utilize medicamentos para tratar colesterol elevado, chegando a 50% dos indivíduos com > 75 anos. As estatinas são a principal classe prescrita, sendo usadas por mais de 90% destes pacientes. Devido ao papel central desses medicamentos no tratamento e prevenção das doenças cardiovasculares e seu uso massivo na população, todo o médico generalista deve saber prescrever esses fármacos e contornar problemas do dia a dia, como interações medicamentosas e efeitos adversos. As estatinas são o fármaco de escolha para o tratamento de dislipidemias e redução de risco cardiovascular devido a sua eficácia na redução de eventos, controle do LDL e do colesterol total, poucos efeitos adversos graves e baixo custo. No Brasil, ao menos cinco tipos de estatina são padronizados como medicamento genérico, o que favorece o acesso ao medicamento. Ao mesmo tempo, aumentar a cartela de opções também incita dúvidas ao médico assistente: afinal, as estatinas são todas iguais na prática? Apesar do bom perfil de segurança, com eventos graves documentados em <1% dos casos, os efeitos adversos das estatinas são frequentes, popularmente conhecidos e temidos. Cerca de 1 em cada 10 indivíduos interrompe o uso de estatina por sintomas diversos; a queixa mais frequente é dor muscular, na maioria das vezes não acompanhado de elevação de creatinina quinase (CK). Diante de efeitos adversos de menor gravidade (e muitas vezes não relacionados diretamente ao uso do fármaco), manter e retomar o uso de estatina que foi suspensa pelo paciente — ou às vezes pelo próprio médico — pode ser desafiador. Neste artigo, vamos revisar as principais diferenças entre as estatinas disponíveis no mercado brasileiro e discutir aspectos sobre os principais efeitos adversos (e como contorná-los), além de interações medicamentosas que não podem passar despercebidas ao médico assistente.
Por Dimitris Rados