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Transtorno explosivo intermitente: conheça os tratamentos mais indicados

Uma pesquisa da 
Associação Americana de Psiquiatria (APA)
  revela que cerca de 2,7% da população mundial sofre de Transtorno Explosivo Intermitente (TEI) – também conhecido como Síndrome do Hulk.

O TEI é um distúrbio que gera comportamentos agressivos, com acessos de raiva descontrolada e agressões desmedidas motivadas por situações corriqueiras. A pessoa com esse impulso costuma ter não apenas a saúde mental afetada, mas vida social, inclusive.

Como tratar o transtorno explosivo intermitente

O tratamento mais indicado para o TEI é a terapia cognitivo-comportamental (TCC) e o apoio familiar. De maneira geral, o acompanhamento feito pelo profissional da saúde mental ajuda o paciente a administrar os impulsos e a ansiedade causados pelos sentimentos de agressividade, ajudando a desenvolver estratégias para conter a raiva. Assim, os comportamentos serão mais sociáveis, transformando o humor e a qualidade de vida do indivíduo.

Alguns casos necessitam de abordagem medicamentosa, com acompanhamento psiquiátrico associado. Os medicamentos mais indicados para o distúrbio são os antidepressivos ou estabilizadores de humor (lítio e carbamazepina), uma vez que ajudam o paciente a controlar as emoções, diminuindo os impulsos agressivos.

Como diagnosticar um TEI de um ataque de raiva

O diagnóstico do TEI é feito com base ao histórico do paciente e de relatos de familiares sobre sua conduta em situações diárias. É importante lembrar que o transtorno só se comprova quando há repetição dos comportamentos agressivos por certo tempo – o que indica se tratar de uma enfermidade crônica.

Segundo o 
Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5)
 , para cada três pacientes homens, uma paciente mulher tem o TEI. O transtorno atinge 3,1% da população no Brasil. Os 
estudos realizados pela APA
 apontam que as pessoas que sofrem da Síndrome do Hulk e possuem outros distúrbios mentais, como ansiedade e depressão, têm pelo menos quatro vezes mais prevalência em possuir a doença.

Sintomas mais comuns no transtorno explosivo intermitente

  • Agressões físicas e sem justificativa ou razão;
  • Surtos de raiva repentinos;
  • Pressão e batimentos cardíacos descontrolados;
  • Arremesso de objetos durante a crise;
  • Sudorese e tremores pelo corpo;
  • Falta de paciência e irritabilidade;
  • Falta de controle sobre as próprias ações;
  • Culpa após o ataque.

É fundamental que o paciente esteja ciente de que possui o transtorno e aceite ajuda profissional. A partir daí, a indicação de práticas de respiração, exercícios de relaxamento e esporte são de grande valia como suporte para uma melhora no quadro do comportamento explosivo.

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