Secad lança Formação Clínica em Urgências e Emergências Pediátricas para médicos que atuam em plantões

Pontos principais do artigo
Atender uma criança em uma situação de urgência é um dos momentos mais desafiadores da rotina médica.
A pressão do tempo, a comunicação com a família e a necessidade de decisões rápidas e precisas tornam esse cenário ainda mais exigente, especialmente para quem está no início da carreira.
É uma realidade que muitos médicos recém-formados conhecem bem: a sensação de insegurança ao se deparar com uma criança em estado crítico no pronto-atendimento, com poucos referenciais práticos para orientar a conduta.
A formação médica generalista nem sempre prepara de forma suficiente para a complexidade das urgências e emergências pediátricas. E quando o relógio corre, a falta de segurança clínica pode custar muito caro.
Para dar uma resposta concreta a essa lacuna, o Secad lança a
Formação Clínica em Urgências e Emergências Pediátricas
, um curso intensivo e estruturado, desenvolvido especialmente para médicos que atendem crianças em contextos de urgência e emergência.
O que é a formação e como funciona
Com 180 horas de conteúdo distribuídas ao longo de 6 meses, a formação é 100% online e combina aulas gravadas com encontros ao vivo para discussão de casos e aprofundamento clínico.
O objetivo é fortalecer o raciocínio clínico, organizar a tomada de decisão e aumentar a segurança do médico diante de situações críticas no atendimento pediátrico.
O currículo abrange as principais emergências encontradas na rotina do pronto-atendimento: criança febril, urgências respiratórias, emergências metabólicas, quadros gastrointestinais agudos, infecções graves e emergências neurológicas, como crises convulsivas e traumatismo cranioencefálico.
Em cada módulo, o aluno tem acesso a protocolos atualizados, simulações de casos reais, checklists, mapas de ação e calculadoras clínicas para apoiar as decisões na linha de frente.
A formação também considera a realidade de atuação tanto no SUS quanto em serviços privados, preparando o profissional para diferentes contextos assistenciais.
Quem são os coordenadores
O curso é coordenado por dois dos nomes mais respeitados da emergência pediátrica no Brasil:
Jefferson Pedro Piva
Especialista em Pediatria e Medicina Intensiva Pediátrica pela AMB/CFM, membro titular da Academia Brasileira de Pediatria e da Academia Sul-Rio-Grandense de Medicina.
Coordena o Programa de Residência em Pediatria do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (HUEM) e é responsável pelo Pronto-atendimento Pediátrico da mesma instituição.
Werther Brunow de Carvalho
Médico do Pronto-socorro do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da FMUSP, titular em Pediatria e Neonatologia pela mesma faculdade e chefe da UTI Pediátrica do Hospital de Santa Catarina.
Também integra o Departamento de Emergências da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a diretoria da Sociedade Latino-Americana de Emergências Pediátricas (Slepe).
O que o médico leva dessa formação
Ao concluir o curso, o profissional estará preparado para reconhecer sinais de gravidade com mais rapidez, definir prioridades e conduzir atendimentos pediátricos críticos com base em protocolos reconhecidos e atualizados.
Além do ganho técnico imediato para o plantão, a formação contribui para a redução de riscos profissionais e jurídicos e representa um diferencial relevante para a carreira.
Para médicos que atuam (ou pretendem atuar) em urgências e emergências pediátricas, esta é a oportunidade de transformar insegurança em competência clínica real.
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